sábado, 20 de setembro de 2008

Promessas para Londres-2012

O Brasil teve seu melhor desempenho em paraolimpíadas. Lucas Prado e Terezinha, grandes nomes do atletismo, foram fundamentais nessa vitoriosa trajetória em Pequim. Ele conquistou três ouros. Ela venceu nos 200m T11. A dupla brilhou em Pequim e poderá disputar, pelo menos, mais uma edição dos Jogos. Porém, o país possui outros desportistas para edições futuras dos Jogos? A resposta é sim.

A nova geração de velocistas com cegueira total ou baixa visão possui exemplos de vencedores. Um deles é Liwisgton da Silva Costa, de apenas 18 anos. Ele já foi campeão mundial de jovens em duas provas. Triunfou nos 75m (competição específica para atletas de 15 anos), em 2005, e repetiu o feito, no ano passado, nos 100m. Além disso, foi um dos destaques da Olimpíada da Língua Portuguesa, realizada esse ano no Rio de Janeiro.

Com um currículo invejável em tão pouco tempo, Liwisgton pode ser considerado uma promessa.

- Estou treinando muito para participar da Paraolimpíada de Londres - disse o campeão, suplente na delegação que brilhou na China.

Atleta da Urece (ONG para deficientes visuais), Liwisgton elogiou Lucas Prado. "Ele é um fenômeno."

O jovem valor do atletismo citou outros grandes nomes, como Priscila Evangelista, Juliano e Indayana (integrante da delegação em Pequim).

No atletismo, o Brasil brilhou. No entanto, no Futebol de Sete (para atletas com seqüelas de paralisia cerebral), apesar do trabalho sério de sua comissão técnica, a seleção não conquistou medalha. Mesmo assim, existe esperança. Mateus, de 17 anos, lidera uma geração com personalidade.

- Treino muito para vestir a camisa da seleção (ela já foi convocado uma vez) e ainda estudo – disse Mateus, que fará vestibular para Engenharia.

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